Brasiliana USP – Acervo digital para download

No link a seguir é possível encontrar diversos livros para download: http://www.brasiliana.usp.br/pt-br/node/503

“Acessível ao público desde junho de 2009, a Brasiliana USP tem como meta oferecer para a pesquisa a maior Brasiliana custodiada por uma instituição de ensino em escala mundial, tornando-a disponível em linha na rede mundial de computadores (Internet).”  (Retirado do site Brasiliana USP)

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Ciclo de Aulas Abertas na USP: O SUS em debate – Vídeo da primeira aula, com Paulo Capucci

No link abaixo é possível acessar a gravação da primeira aula (na íntegra) do Ciclo de aulas abertas na USP: O SUS em debate. A atividade teve por nome Rupturas necessárias para o avanço do SUS. Paulo Capucci, presidente da APSP(Associação Paulista de Saúde Pública), foi o professor convidado. O evento aconteceu no dia 24 de abril, no Instituto de Psicologia da USP. A mediação foi da professora Ianni Scarcelli.(Retirado do blog da APSP)

http://blogdaapsp.blogspot.com.br/2012/05/blog-post_01.html?spref=fb

O Porvir da Arte – Seminário Internacional em maio de 2012

Seminário O Porvir da Arte
Ministrante: Hervé Fischer
Coordenação: Cristina Freire

7 a 11 de maio, das 14 às 17 horas
Auditório do MAC USP

FICHA DE INSCRIÇÃO disponível na rede

Hervé Fischer é artista multimídia e filósofo. Foi professor de Sociologia da Cultura e da Comunicação na Sorbonne e o nome mais atuante e principal teórico do Coletivo de Arte Sociológica (1974-77). Em 1975, convidado por Walter Zanini, então diretor do MAC USP, o artista realizou na Praça da República, em São Paulo, a Farmácia Fischer & Cia. Concebida como uma plataforma móvel de reflexão itinerante sua Farmácia continua sendo ativada pela interação do artista com diferentes interlocutores. É considerado, no Canadá, onde vive desde a década de 1980, o pai da multimídia.

É autor de vários livros: Arte e Comunicação Marginal [Art et Comunicación Marginale] (1974); Teoria da Arte Sociológica [Théorie de l’art Sociologique] (1976); A Sociedade no Divã [La Société sur le Divan] (2007); e o mais recente

O Devir da Arte [L’avenir de l’art] (2010) entre outros.

Convidado pelo MAC USP, Hervé Fischer ministrará o Seminário Internacional “O Porvir da Arte”. Na oportunidade será inaugurada a exposição: Hervé Fischer no MAC USP – Arte Sociológica e Conexões. A exposição apresentará obras do artista presentes na coleção do MAC USP. Entre suas proposições destaca-se o projeto Higiene da Arte e a Farmácia Fischer. A exposição será acompanhada de uma publicação.

Programa

– Crise da Arte Pós-moderna

– Arte Digital frente às Belas Artes e às Belas Artes Digitais

– Arte Sociológica

– Arte e Filosofia

– Estética Interrogativa

Vagas limitadas – 40

Taxa de inscrição: R$ 50,00 (alunos do PGEHA e da Disciplina Teoria e Crítica da Arte Contemporânea estão isentos da taxa)

início das inscrições: 16 de abril.

Secretaria Acadêmica do MAC USP

Rua da Praça do Relógio, 109A

11 3091.3559 – cursosmac@usp.br

download da FICHA DE INSCRIÇÃO abaixo

http://pgeha.vitis.uspnet.usp.br/index.php?option=com_content&view=article&id=28%3Aseminario-arte-moderna&catid=25%3Athe-project&Itemid=2

CoralUSP apresenta A Tempestade, com participação da OSUSP – Entrada franca

 

A TEMPESTADE

Na Inglaterra do século 17, era muito comum a realização de obras teatrais e musicais para entretenimento do rei e da nobreza. Havia dois teatros estabelecidos em Londres com o aval da monarquia, que mantinha também um conjunto de cordas e o coro da Capela Real. Todas as datas importantes do calendário, particularmente o Ano Novo e o aniversário do soberano, bem como ocasiões especiais, como bodas, inaugurações e nomeações políticas, eram brindadas com música composta especialmente para essas efemérides. Nosso concerto se inicia com uma ode de boas-vindas ao rei, quando este retornou a Londres, após passar o verão no campo. “Welcome, Vicegerent of the Mighty King” é a primeira de uma série de odes comemorativas escritas por Henry Purcell, o mais importante compositor inglês dessa época. A obra apresenta uma abertura nos moldes das aberturas francesas de Lully e diversas seções corais em escrita basicamente homofônica, entremeadas de ritornelos instrumentais sugerindo números de dança.

Dentre a vasta produção musical de Purcell, destacam-se também suas composições para o teatro, desde canções avulsas até a primeira ópera inglesa (“Dido e Enéas”). No caso de “A Tempestade”, a música foi escrita com base na peça de William Shakespeare modificada por John Dryden, um dramaturgo muito atuante no Teatro de Lincoln’s Inn Fields. Dryden reescreveu a peça de Shakespeare, acrescentando várias personagens inexistentes no original e criando novas cenas. A música escrita para essa peça era executada nos intervalos entre cenas e entre atos, envolvendo personagens secundárias ou apenas o coro. Devido à falta de fontes autênticas (o manuscrito original está perdido), não se pode afirmar categoricamente que a música para “A Tempestade” seja de Purcell (exceto a canção “Dear pretty youth”, que foi publicada separadamente como de sua autoria). A despeito dessa incerteza, a partitura exibe vários gestos composicionais característicos de Purcell. A peça tem início com uma abertura francesa, e contém diversas árias de grande dificuldade técnica, como aquelas dos solistas masculinos, mas também números de intensa expressividade, como a ária “Dry those eyes” e o dueto final com coro “No stars again shall hurt you”.

Alberto Cunha