Festival BaixoCentro (Não Perca!!!)

ImageE vamos para mais uma edição do Festival BaixoCentro!
Uma utopia possível, feita por pessoas e para pessoas. Nada de instituições, empresas, governos, ou relações duras e tradicionais por trás. Aqui, tudo é feito por outras vias de produção, outros modelos, outras crenças. Tudo colaborativo. Não há gana por lucro. Há gana pela mudança.
Entre os dias 5 e 14 de abril de 2013, vamos ocupar as ruas da região central de São Paulo com música, cores, performances, oficinas e tantas outras atividades que demonstram que a cidade pode ser muito menos opressora do que ela é hoje.
Ajude a tornar São Paulo uma cidade mais colorida!
São mais de 530 atividades que acontecerão na região para trazer as pessoas de volta ao Baixo Centro. Para tanto, precisamos do seu engajamento para realizar esta segunda edição.
Isso mantém o caráter independente e colaborativo do Festival. O que isso significa? Não há parcerias com governos, não há investimentos da iniciativa privada, e nem leis de incentivo à cultura por trás.
Diferente do que aconteceu no ano passado (que você pode conferir os resultados por aqui http://muro.baixocentro.org), já temos a programação fechada para você conferir e ajudar na realização.
É só entrar em http://festival.baixocentro.org e navegar pelas atividades, que variam entre música, audiovisual, artes integradas, teatro, performance, cultura digital e tantas outras.
Queremos provar que o centro de SP não é apenas uma região de passagem.
Com o mínimo de R$ 10, e contrapartidas bacanas, você ajudará a realizar o festival independente e que promove a ocupação das ruas de São Paulo. E lembre-se: todas as atividades são abertas e gratuitas.
Anúncios

Exposição de Cândido Portinari no Memorial da América Latina

Desde o início de fevereiro o público pode ver a exposição “Guerra e Paz”, com obras de Portinari, que está acontecendo no Memorial da América Latina, em São Paulo.

A mostra, que ocupa três prédios, exibe os painéis “Guerra” e “Paz” (com 14 metros de altura e dez de largura, que retratam dramas e tragédias sociais) e outros 80 estudos preparatórios (entre desenhos, guaches, grafites e maquetes).

A exposição termina em 21 de abril, e a entrada é gratuita.

Romero Britto na Pinacoteca Benedito Calixto, a partir de 12/4!

A arte colorida e inconfundível do pernambucano estará exposta em Santos a partir dessa semana. A mostra será inaugurada no dia 12 de abril, às 19h30, com coquetel para convidados e poderá ser vista pelo público até o dia 6 de maio. A Pinacoteca fica na Av. Bartolomeu de Gusmão,15. Entrada Franca.

O Porvir da Arte – Seminário Internacional em maio de 2012

Seminário O Porvir da Arte
Ministrante: Hervé Fischer
Coordenação: Cristina Freire

7 a 11 de maio, das 14 às 17 horas
Auditório do MAC USP

FICHA DE INSCRIÇÃO disponível na rede

Hervé Fischer é artista multimídia e filósofo. Foi professor de Sociologia da Cultura e da Comunicação na Sorbonne e o nome mais atuante e principal teórico do Coletivo de Arte Sociológica (1974-77). Em 1975, convidado por Walter Zanini, então diretor do MAC USP, o artista realizou na Praça da República, em São Paulo, a Farmácia Fischer & Cia. Concebida como uma plataforma móvel de reflexão itinerante sua Farmácia continua sendo ativada pela interação do artista com diferentes interlocutores. É considerado, no Canadá, onde vive desde a década de 1980, o pai da multimídia.

É autor de vários livros: Arte e Comunicação Marginal [Art et Comunicación Marginale] (1974); Teoria da Arte Sociológica [Théorie de l’art Sociologique] (1976); A Sociedade no Divã [La Société sur le Divan] (2007); e o mais recente

O Devir da Arte [L’avenir de l’art] (2010) entre outros.

Convidado pelo MAC USP, Hervé Fischer ministrará o Seminário Internacional “O Porvir da Arte”. Na oportunidade será inaugurada a exposição: Hervé Fischer no MAC USP – Arte Sociológica e Conexões. A exposição apresentará obras do artista presentes na coleção do MAC USP. Entre suas proposições destaca-se o projeto Higiene da Arte e a Farmácia Fischer. A exposição será acompanhada de uma publicação.

Programa

– Crise da Arte Pós-moderna

– Arte Digital frente às Belas Artes e às Belas Artes Digitais

– Arte Sociológica

– Arte e Filosofia

– Estética Interrogativa

Vagas limitadas – 40

Taxa de inscrição: R$ 50,00 (alunos do PGEHA e da Disciplina Teoria e Crítica da Arte Contemporânea estão isentos da taxa)

início das inscrições: 16 de abril.

Secretaria Acadêmica do MAC USP

Rua da Praça do Relógio, 109A

11 3091.3559 – cursosmac@usp.br

download da FICHA DE INSCRIÇÃO abaixo

http://pgeha.vitis.uspnet.usp.br/index.php?option=com_content&view=article&id=28%3Aseminario-arte-moderna&catid=25%3Athe-project&Itemid=2

CoralUSP apresenta A Tempestade, com participação da OSUSP – Entrada franca

 

A TEMPESTADE

Na Inglaterra do século 17, era muito comum a realização de obras teatrais e musicais para entretenimento do rei e da nobreza. Havia dois teatros estabelecidos em Londres com o aval da monarquia, que mantinha também um conjunto de cordas e o coro da Capela Real. Todas as datas importantes do calendário, particularmente o Ano Novo e o aniversário do soberano, bem como ocasiões especiais, como bodas, inaugurações e nomeações políticas, eram brindadas com música composta especialmente para essas efemérides. Nosso concerto se inicia com uma ode de boas-vindas ao rei, quando este retornou a Londres, após passar o verão no campo. “Welcome, Vicegerent of the Mighty King” é a primeira de uma série de odes comemorativas escritas por Henry Purcell, o mais importante compositor inglês dessa época. A obra apresenta uma abertura nos moldes das aberturas francesas de Lully e diversas seções corais em escrita basicamente homofônica, entremeadas de ritornelos instrumentais sugerindo números de dança.

Dentre a vasta produção musical de Purcell, destacam-se também suas composições para o teatro, desde canções avulsas até a primeira ópera inglesa (“Dido e Enéas”). No caso de “A Tempestade”, a música foi escrita com base na peça de William Shakespeare modificada por John Dryden, um dramaturgo muito atuante no Teatro de Lincoln’s Inn Fields. Dryden reescreveu a peça de Shakespeare, acrescentando várias personagens inexistentes no original e criando novas cenas. A música escrita para essa peça era executada nos intervalos entre cenas e entre atos, envolvendo personagens secundárias ou apenas o coro. Devido à falta de fontes autênticas (o manuscrito original está perdido), não se pode afirmar categoricamente que a música para “A Tempestade” seja de Purcell (exceto a canção “Dear pretty youth”, que foi publicada separadamente como de sua autoria). A despeito dessa incerteza, a partitura exibe vários gestos composicionais característicos de Purcell. A peça tem início com uma abertura francesa, e contém diversas árias de grande dificuldade técnica, como aquelas dos solistas masculinos, mas também números de intensa expressividade, como a ária “Dry those eyes” e o dueto final com coro “No stars again shall hurt you”.

Alberto Cunha