CORPO E SEXO (não antropocêntrico e antropomórfico) e o teatro da ciência moderna no trabalho de Marina Abramovic. Vídeo abaixo. O desejo como libido já está espalhado por toda parte, a sexualidade para além da forma-homem percorre e esposa todo o campo social, coincidindo com os fluxos que passam sob os objetos, as ditas pessoas e grupos. Seria preciso dizer que não há sexualidade humana, só representação humana da sexualidade. Talvez a psicologia e os sexólogos tenham permanecido numa ideia antropomórfica e antropocêntrica demasiadamente perceptível do sexo.

D. H Lawrence valoriza os contistas do chamado renascimento, como Boccacio e Laska, como antídotos ao problema da dissimulação moderna e da apologia à pureza.

Nessa valorização de certos contistas do século XV e XVI, o elogio ao corpo e ao sexo nas histórias de Decameron que não trai a vida em favor da dissimulação sentimental. E diz: “(…) sem dissimulação não chegaria a haver pornografia.”

Leia o ensaio completo de D. H. Lawrence, Pornografia e Obscenidade no link:

https://laboratoriodesensibilidades.wordpress.com/2012/11/01/pornografia-e-obscenidade-d-h-lawrence/

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