Guattari – Ilha Deserta

É normal, numa prática de psicoterapia institucional, que o esquizofrênico o mais perdido nele mesmo libere inesperadamente as histórias mais inacreditáveis sobre a vida privada de alguém, coisas que se poderia acreditar que ninguém as soubesse, e que ele diz para você do modo o mais cru verdades que você acreditava serem secretas. Não é um mistério. O esquizofrênico tem acesso a isso de uma única vez, ele está por assim dizer ligado diretamente aos enganches que constituem o grupo em sua unidade subjetiva. Ele se encontra em situação de “vidência”, lá onde os indivíduos cristalizados na sua lógica, na sua sintaxe, nos seus interesses estão absolutamente cegos.

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