Borges – ilha desierta

“Eu era um poeta; eu era cego; eu tenho que resignar-me a ser Borges.

Se eu fosse Robinson Crusoe, escreveria na minha ilha deserta.

Gosto de viajar. Gosto de sentir os países.

Parece que a ambição máxima na China agora é ter um relógio de pulso e uma bicicleta.

A meta é o esquecimento. Eu cheguei antes.

Eu me vi pela última vez, digamos, por volta de 1957.

A última cor que ficou comigo foi a cor amarela.

Eu tenho que resignar-me a ser Borges, pois não posso imaginar outro destino que esse para mim.”

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