Corpo contemporâneo, rupturas de fronteiras e proliferações

Tendo a fazer um paralelo, talvez um pouco apressado. Qual é o nosso maior sofrimento, nossa maior ameaça na medicina hoje? O câncer, apesar de que se diagnostica mais rapidamente e o índice de cura é maior (…). Mas qual é nesse momento a nossa maior esperança? As células tronco. Resulta que o câncer e as células tronco tem o mesmo princípio que é a proliferação celular, só que uma tem uma proliferação celular incoercível, indirigível que acaba com o corpo e a outra tem uma proliferação que se adapta ao tecido lesionado para reconstituí-lo. Então esses dois tipos de células e de funcionamento celular, essas duas são parte de um corpo (…) elas não obedecem aos tecidos, aos órgãos, aos sistemas, a todo o mapa organizativo do organismo, elas funcionam por conta própria.

Gregório Baremblitt

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