David Lapoujade: (…) Que o cérebro não seja mais capturado nos encadeamentos de imagens e de linguagem das sociedades de controle, que introduza cortes irracionais, reencadeamentos a partir desses cortes, movimentos aberrantes, em suma, para se liberar de sua submissão maquínica. Então o cérebro se torna como que o órgão do fora ou a “membrana do fora e do dentro”. Talvez seja dessa maneira, em última análise, que a mônada possa reconquistar aquilo de que é constantemente despossuída: recriar um corpo, um pensamento, uma fala, liberar um cérebro de sua submissão e recriar assim o vínculo do “homem” com “o mundo” que os processos de sujeição e de submissão da axiomática romperam (…)

 

Os movimentos aberrantes.

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